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26/05/2009

ALMA COLORIDA



Alma colorida
E nada nos limita
Se acha que é uma cor,
engana-se com ela
Alma colorida
E nada nos intimida
Se pensa numa cor,
embaça-se com ela
Alma colorida
E nada nos define
Se crer que é uma cor,
verás que não é ela
Alma colorida
E nada nos limita
Se decide que é uma cor,
verás fudigia da cor
Alma colorida
E nada nos sujeite
Se impregna de uma cor,
perdeu-se de outra cor
Alma colorida...
Abra-se para a cor...
Impregne da cor...
Perca-se na cor...
Liberte-se da cor
Cor, luz e liberdade
Ser todas as cores
E não ser nenhuma cor
Viver a substância de todas cores
É da natureza
Ser Alma colorida
Descolorida fugaz
Simplesmente sendo
Alma colorida...

colorida da essencia da vida


Norma Villares

01.02.2009


É bom brincar de viver, vamos brincar.Veja como é bonito este GIF, é bom fazer algumas reflexões.

De que maneira estamos deixando escapar do cotidiano as muitas cores da natureza em festa, do formoso arco-íris, do prateado de um luar, do brilho de um céu estrelado... Esquecendo de olhar, esquecemos de sonhar, simplesmente porque escolhemos outra coisa. E como diz um filósofo, estamos esquecendo de levar nossos olhos para passear e curtir a riqueza da multiplicidade das cores. Deixar os olhos pausar e se encantar com o luar prateado. Viaje mais longe ainda, numa fazenda onde não tem luz elétrica, olhar o céu estrelado magnificamente bordado por Deus.

E a alma tem cores?

Somos este ser multicolorido retratado no gif?

Depende do móvel, de próposito, projeto, sonho e da escolha. Cada realização desejada recheia de cores a alma em matizes fulgurantes.

Há abundância de luz para o ser humano altruísta, intrépido no trabalho edificante. Rico em intencionalidade positiva, em atos generosos, em pensamentos virtuosos colorirá em especial entretons inimagináveis. Os pensamentos positivos são ricos em cores e espalham no exterior o seu fulgor, em cada cor uma revelação do íntimo essencial, retratado genuinamente. A atmosfera rica em beleza parteja de luz. Como um prisma opulento em cores espelha na aura alva e cintilante. E a luz multicolorida extrapola as fronteiras materiais e caminha em direção as luminosas esferas atingindo todas os seres e todo o planeta. E nesta dança de encantamento da vida, os Anjos se alegram, tocam e cantam a esperança. Mais um ser humano canaliza e conspira para a iluminação. Colorirá... Colorirá... Com certeza colorirá das cores Divinas.

E o ser humano equivocado perante a vida, com consciência distorcida ligada ao egoísmo, com pensamentos maléfico e desvirtuoso. A luz essencial tem um grande obstáculo em sua fruição. “Se a luz que em ti há são trevas, quão grandes são tais trevas”. È a repercussão do íntímo consciencial é muito grave. Se plantou trevas, se semeou sombras, certamente espelhará sombras e colherás trevas. Todavia, basta um SIM à canalização da LUZ DIVINA e será um receptáculo de cores flamejantes. Luz e sombra intermediando o grande encontro da essência cósmica.

Conhecem esta cor Flink. Não conhecem? Flink é uma cor desconhecida do planeta terra. Não dá para explicar qual é a cor Flink.

Flink?!

Flink existe?

De onde é Flink?

Marte, Júpiter, Saturno...

Flinck é uma cor que foge?

Ou é uma fuga que foge da cor?

É bom brincar de viver!

24/05/2009

FOGO TRANSMUTADOR



Em tempo de transmutação de consciência, é o fogo sagrado que proporciona este embalo de ardência que toca a alma, que faz chorar lágrimas de sangue, que embola o meio do campo, que chicoteia o lombo.
É a ardência que abrasa, inflama e jaz no peito. É o grito que retumba, e ressoa no corpo... É o eco que ecoa, repercutindo na alma. E o corpo sente e ressente e a alma chora a mesma cantilena.
È o Fogo Sagrado balançando nossos pés de caminhante evolutivo, e vibrando em atrozes sacudidelas pra lá e pra cá...
O Fogo Sagrado provoca um brandimento corporal. Sacode, tremula, agita, oscila, abala o edifício de nossas certezas e das incertezas.
Ele brilha no horizonte de nossas frontes, mas não enxergamos sua beleza. Ele é a voz que clama no deserto da alma, mas não escutamos seus alaridos. É a sarça candente que queima os corações endurecidos, que nunca percebe o combustível eficaz para a transmutação da viciada e torpe consciência.
É nesta cativante urdidura que o Fogo Sagrado, como uma sarça ardente queima e corta como uma lâmina sagrada às crenças limitantes, purifica as sombras, retifica as trilhas desnorteadas...
Evidencia a saída da rota de peregrinação em direção a luz. A perda do norte existencial, e o pior de tudo, esquecemos onde deixamos o mapa...
É esta ardência solar que apresenta a Sabedoria Consciencial que indica a direção ao caminho de volta para casa, sugere e conclama ao retorno. Este fogo indomável inspira e conspira para a transmutação da consciência, integrando a luz e a sombra, o passado e o presente, o pessoal e o transpessoal. Ajuda resgatar a inocência perdida, nos ensina a aprender com as experiências sofridas, a integrar as partes fragmentadas de nossa alma.
O mais importante para a peregrinação é a mudança de caráter. Isto é como o fogo refinando o ouro. O ouro não gosta deste processo e acha doloroso; depois de o ouro ser derretido e se converter num formoso jarro, então acreditará no fogo.
Por isso todos os sofrimentos trazem mudanças que a princípio são dolorosas. Muitas vezes é na forja de 500 graus centígrados que uma barra de ouro, se transforma em lindo jarro. Muitos seres humanos só aprendem quando está na forja. Alguns gritam, agitam, esbravejam, resmungam, perdem a lucidez, falta o bom senso... Outros compreendem o propósito espiritual de cada dor.
Fica a pergunta no ar:
E nós?
Quando a dor bate em nossa porta. Que fazemos?
Quando o sofrimento nos leva a uma forja de 500 graus centígrados, esbravejamos?
Fica no ar a pergunta... É isso aí... Olhe, veja e sinta!
È o momento de acessar e perceber o movimento do Fogo Sagrado em nossa vida sugerindo uma transmutação, conspirando para instalar o novo paradigma.
Abrindo nossos olhos para encontrar os olhos sagrados e descortinar um novo olhar e enxergar o bem de toda situação.
Ouvir o inaudível, conquistando a escuta profunda da voz que chama e que clama... Escute! Mude sua vida! Modifique sua rota!
É a hora adequada para deixar que o Fogo Sagrado exerça sua benigna maestria. É o momento propício, para que a Sarça Divina endireite os pés rumo às trilhas da luz.
É chegada a hora de acessar uma visão em perspectiva global, abrindo-se para o novo...
Aterrar, respirar, inspirar e conspirar para a superação da negatividade, dos medos, dos julgamentos e sentimentos de inadequação decorrentes de uma percepção fragmentada e forma equivocada de enxergar a vida.
E assim, rogamos ao Fogo Sagrado que opere sua maestria de transmutação em nossa alma e que nos ajude a retornar a trajetória evolutiva. E que o grande raio da Divina Luz transmute nossa consciência, nos envolvendo com a retidão de nobres qualidades, com a fidelidade e retidão Divina. Ajudando-nos a construir um coração humano para melhorar a vida no planeta terra.
Que possamos dar boas vindas ao Fogo Sagrado e bons augúrios para cada um de nós.
O fogo Cósmico traz a mudança e conspira para a transmutação da alma! (Norma Villares)

ORAÇÃO DIÁRIA DO GUARDIÃO DA CHAMA

Uma chama é Ativa.
Uma Chama é Vital
Uma Chama é Eterna.
EU SOU uma Chama Divina de amor radiante
Que emana do Coração de Deus.
No Grande Sol Central
E desce do Mestre da vida!
O meu ser transborda agora
Com a suma Consciência Divina
E a Percepção Solar
Dos bem-amados Hélios e Vesta.
Peregrino na Terra,
Avanço cada dia pelo caminho
Da Vitória dos Mestres Ascensos.
Que me conduz à liberdade eterna
Pelo poder do fogo sagrado
Hoje e sempre,
Manifestando-se continuamente
Nos meus pensamentos, sentimentos e percepções,
Transcendendo e transmutando
Todos os elementos terrenos
Nos meus quatro corpos inferiores
E libertando-me, pelo poder do fogo sagrado,
Desses focos de energia corrompida, presentes no meu ser.
EU SOU libertado neste instante de tudo o que escraviza.
Pelas correntes da chama divina,
Do próprio fogo sagrado,
cujo efeito ascendente faz de mim
Deus em manifestação,
Deus em ação, por Ele guiado
Eu sou um só com Sua consciência!
EU SOU uma chama ativa!
EU SOU uma chama vital!
EU SOU uma chama eterna!
EU SOU uma centelha de fogo em expansão
Originada no Grande Sol Central.
Atraindo a mim agora todos os raios
De Divina energia de que necessito
E que nunca pode ser qualificada pela criação humana
E que me inunda da luz e da divina iluminação de mil sóis
Para que exerça o domínio
E seja eternamente a suprema autoridade
Onde quer que eu esteja!
Onde eu estou, está Deus também.
Para sempre EU SOU um só com Ele,
Intensificando a minha luz
Com o sorriso do Seu esplendor,
A plenitude do Seu Amor
A onisciência da Sua Sabedoria,
E o poder da Sua Vida eterna,
Que automaticamente me eleva
Nas asas vitoriosas da ascensão,
Que me farão regressar ao Coração de Deus
Do qual eu desci, na verdade,
para cumprir a sua Vontade
E a todos manifestar a vida abundante!

(DECRETO AO SENHOR HIMALAYA - esta oração foi extraída do livro de Decretos da Summit Lighthouse).

22/05/2009

AMOR



"O amor é a asa veloz que Deus deu

à alma para que ela voe até o céu"

(Michelângelo Buonarroti)

ERA DO UNICÓRNIO



Unicórnio, ou licórnio, é um animal mitológico que tem a forma de um cavalo, geralmente branco, com um único chifre em espiral. Sua imagem está associada à pureza e à força. Segundo as narrativas são seres dóceis; porém são as mulheres virgens que têm mais facilidade para tocá-los.
Tema de notável recorrência nas artes medievais e renascentistas, o unicórnio, assim como todos os outros animais fantásticos, não possui um significado único.
Considerado um equino fabuloso benéfico, com um grande corno na cabeça, o unicórnio entra nos bestiários em associação à virgindade, já que o mito compreende que o único ser capaz de domar um unicórnio é uma donzela pura. Leonardo da Vinci escreveu o seguinte sobre o unicórnio:
"O unicórnio, através da sua intemperança e incapacidade de se dominar, e devido ao deleite que as donzelas lhe proporcionam, esquece a sua ferocidade e selvajaria. Ele põe de parte a desconfiança, aproxima-se da donzela sentada e adormece no seu regaço. Assim os caçadores conseguem caça-lo."





Símbolo da pureza, esperança, amor, majestade, poder, honestidade, liberdade e de tudo de bom que há no ser humano. É um ser selvagem e indomesticável, muitos acreditam que apenas uma virgem pode domesticar o unicórnio, deixando-o indefeso aos caçadores. É rápido, forte e que habita jardins sem lugar específico. Em função de suas viagens eles precisam descansar e para isso eles procuram um lugar escondido onde não haja perigo. Tomam água corrente e comem frutas e grãos maduros ou folhas tenras dessas árvores. A duração do Unicórnio na Terra é muito maior que o do Homem.

A Lenda - O primeiro unicórnio chegou embrulhado em uma nuvem, impelida por um vórtice branco. Desceu com suavidade dos céus aos campos infantis da Terra. Dotado de um chifre de luz em espiral. Com seu chifre penetrou uma pedra, e uma fonte de vida brotou. A Terra começou a ser fecundada com coisas frutíferas. Grandes árvores floresceram; e abaixo em suas sombras foram povoadas com bestas selvagens. Tudo isso era intenção de Deus, e o Unicórnio, o instrumento de seu querer. Deste modo se forma o Jardim do Unicórnio, é chamado Shamagim que quer dizer Lugar onde há Água. Deus fala ao Unicórnio então: " Unicórnio! Você será, entre todas minhas criações, a que em memória permanente da Luz, será seu guia e guardião. Mas você nunca devolverá a Luz até o final do Tempo".

Como Surgiu a Lenda? O unicórnio surgiu da mitologia oriental, grega e romana, também é mencionado na bíblia [Salmo 22:21], [Salmo 29:6] e [Salmo 92:10]. Seu nome vem de duas palavras do latim: "unus" que significa um e "cornu" que significa chifre.

O Chifre - É um talismã de poder soberano, mas sua força e virtude só serão ativadas através de um trabalho de um Unicórnio. Sua luz diminuirá até se extinguir quando nas mãos de outro. No Chifre reside a história total do Unicórnio e também é o recipiente de seus pensamentos. Muitos acreditam que ele tem poder de cura e que é ser um antídoto para veneno. A forma deles é um espiral: os dois meios, ou flautas, são unidos um ao outro. Em horas de perigo ou de concentração prolongada o Chifre pode exalar certo brilho ou um esplendor suave. Para a proteção do unicórnio, não podemos ver o seu chifre, ou seja, com isso, o unicórnio é confundido com um simples cavalo.

NO BESTIÁRIO DO I CHING

O Kin Lin (unicórnio) é um dos animais mais importante do bestiário mítico chinês. Quando de seus aparecimentos, anuncia uma importante mudança, a vinda de um sábio ou a aproximação de uma era universal. Com sua juba de leão, seus cascos de cavalo e seu focinho de dragão, ele sempre se torna o mensageiro dos acontecimentos antigos, feéricos, e dos augúrios mais favoráveis. Ë a montaria do Ancestral do trovão e pode percorrer milhares de léguas num instante.
Conta-se que ele enviou um mapa mágico ao imperador Yu, fundador da dinastia Xia. Foi com esse mapa e com os oito trigramas revelados ao imperador Fu Xi que a cosmologia chinesa tomou forma. O Kin Lin, símbolo da presença súbita e transitória do signo no qual se fundamenta a confiança, é, por essa razão, associado com o corpo espiritual e imortal nas práticas alquímicas taoístas.
A origem do tema do unicórnio é incerta e se perde nos tempos. Presente nos pavilhões de imperadores chineses e na narrativa da vida de Confúcio e por muito tempo a tradição chinesa fez dele o embaixador que anunciou à mãe de Confúcio, antes do nascimento deste último, o destino excepcional de seu filho.
Mas, recentemente, chegou-se ao consenso de que essa missão caberia antes à fénix.
Em outras palavras, segundo se diz, a importância do pensamento de Confúcio teria sido, durante a sua vida, notavelmente mais eficiente.
Por outro lado, o simbolismo da categoria dos funcionários militares coloca-o na frente do leão, do leopardo e do tigre. Os frontões dos templos chineses representam às vezes o Kin Lin sustentando os oito trigramas do Céu anterior, os quais, segundo o mito, foram levados a Fu Xi pela tartaruga. Ele suplantou esta última como se fosse superior a ela. O I Ching afirma justamente essa superioridade, mas num contexto em que o estado de falta predomina. Trata-se do hexagrama 41, A diminuição, em que faltam os elementos que permitem restabelecer um equilíbrio. Ë desse nada que surge uma força nova. O hexagrama afirma-se de grau em grau, de linha em linha, e introduz a noção de progresso em suas duas linhas superiores, transformando a situação em seu contrário de uma maneira repentina e quase miraculosa, que faz referência à passagem do unicórnio; o texto clássico diz:
Nem mesmo dez casais de tartarugas podem opor-se a ele.
Uma única tartaruga já evoca a dimensão mítica... O que pensar então de dez casais de tartarugas? O Kin Lin é o rei dos animais míticos. Ele se vincula ao destino de uma transformação que surge ou ressurge das sombras. Sem ele, não existiriam nem o I Ching nem, provavelmente, o homem.
Ele figura nos tratados alquímicos na representação de um único ser, ou seja a reunião dos opostos. Os herméticos, quando estavam prestes a realizar uma grande descoberta, desenhavam um unicórnio como uma espécie de guardião desta informação. Também simboliza com seu chifre no meio de sua fronte, a flecha espiritual, o raio solar, a espada de Deus e a revelação divina. Os alquimistas viam no unicórnio a imagem do hermafrodita (homem e mulher); um ser que transcende a própria sexualidade. A representatividade chinesa do macro e microcosmos e das duas energias que regem das duas energias que regem o mundo, yin e yang; o feminino e o masculino; o bem e o mal; a ordem e o caos; - energias opostas que se complementam. A força intrínseca do Universo convertendo-se ora em uma, ora em outra


A NOVA ERA
Percebemos o avanço da Nova Era’que vem surgindo de uma forma natural e sincrônica, embora em nível diferente, com a ‘Nova Ordem Mundial’ a cujo serviço se encontra.
Atualmente sentimos necessidades preeminentes de uma harmonia global, a sociedade não suporta mais tantas guerras, destruições, dissensões e tantos desastres... Detectamos que estamos caminhando ‘pari passu’ para uma rota de colapso. E não queremos mais endereçar nossos pés para uma colisão.
E como na mitologia chinesa o KIN LIN (unicórnio) trata-se de um símbolo da mansidão, da pureza, da boa sorte, do amor, da majestade, do poder, da honestidade, da transcendência da sexualidade, da liberdade e de tudo quanto de bom exista no ser humano. Atualmente fala-se da chegada da ‘ERA DO UNICÓRNIO’ um novo paradigma ao nível consciencial gerando novos níveis de excelências nas relações sociais e globais.
A ‘Nova Era’ simbolizando as qualidades que o ser humano ainda precisa ter: retidão e paz de espírito para conquistar seu caminho evolutivo. E como o chifre do Kin Lin é uma flexa espiritual, a espada Divina, um raio solar, quando ativada vem trazer toda revelação Divina, gerando um novo Ser Humano – mutatis mutandi - para uma “Nova Era”.
Que o Poder do Unicórnio inspire você!

NOVIDADES
"Unicórnio" surpreende pesquisadores, uma lenda que virou realidade. Uma corça de um único chifre ficou famosa e levou pesquisadores à cidade italiana de Prato, na Toscana. O animal, que tem quase um ano de idade, ganhou o apropriado apelido de Unicórnio. Os machos da espécie têm como característica um par de chifres. Mas Unicórnio tem apenas um, que surgiu exatamente no centro da cabeça. Ele tem um irmão gêmeo com dois chifres.
O animal nasceu em cativeiro, dentro do parque mantido pelo Centro de Ciências Naturais de Prato. De acordo com Gilberto Tozzi, diretor do centro, é possível que uma falha genética tenha causado a anomalia. É o encontro da realidade com o mito.




Referência bibliográfica:
1. SAAD, Ezéchiel. O I CHING – O Oráculo Chinês, Mito e História - Tradução: Maria stela Gonçalves. 10ª Edição, 1995. Editora Pensamento- São Paulo.

16/01/2009

METADE



Que a força do medo que tenho não me impeça de ver o que anseio.
Que a morte de tudo que acredito não me tape os ouvidos e a boca.
Porque metade de mim é o que eu grito, mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe seja linda, ainda que triste.
Que a mulher que eu amo seja sempre amada, mesmo que distante.
Porque metade de mim é partida e a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo não sejam ouvidas como prece nem repetidas com fervor, apenas respeitadas como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimento.
Porque metade de mim é o que ouço, mas a outra metade é o que calo.
Que a minha vontade de ir embora se transforme na calma e na paz que eu mereço, que essa tensão que me corroe por dentro seja um dia recompensada.
Porque metade de mim é o que penso e a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste, que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso que me lembro ter dado na infância,
porque metade de mim é a lembrança do que fui e a outra metade não sei.
Que não seja preciso mais que uma simples alegria pra me fazer aquietar o espírito
e que o teu silêncio me fale cada vez mais
porque metade de mim é abrigo mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta mesmo que ela não saiba
e que ninguém a tente complicar porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer,
porque metade de mim é platéia e a outra metade é a canção.
E que a minha loucura seja perdoada porque metade de mim é amor
e a outra metade também.

Osvaldo Montenegro

14/12/2008

SAWABONA! SHILOBA!

Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio.
As relações afetivas também estão a passar por profundas transformações revolucionando o conceito de amor.

O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século.

O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.

Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino.

A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.

A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente. Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas.

Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem. O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou.

Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral. A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado. Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva. A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem.

Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém. Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.
Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.
Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não à partir do outro.

Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável.
Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo...
Caso tenha ficado curioso(a) em saber o significado de SAWABONA, é um cumprimento usado no sul da África quer dizer
"EU TE RESPEITO, EU TE VALORIZO, VOCÊ É IMPORTANTE PRA MIM".

Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA que é
"ENTÃO EU EXISTO PRA VOCÊ".

Flávio Gikovate,
médico, psiquiatra e psicoterapeuta e escritor brasileiro. Formado pela USP em 1966, desde 1967 trabalha como psicoterapeuta, dedicando-se principalmente às técnicas breves de psicoterapia. Em 1970 foi assistente clínico no Institute of Psychiatry da Universidade de Londres. Com inúmeros livros publicados.

13/12/2008

A CARTA DO CACIQUE SEATLE


Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz mais de um século e meio. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade.

A carta:

"O grande chefe de Washington mandou dizer que quer comprar a nossa terra. O grande chefe assegurou-nos também da sua amizade e benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não necessita da nossa amizade. Nós vamos pensar na sua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e tomará a nossa terra. O grande chefe de Washington pode acreditar no que o chefe Seattle diz com a mesma certeza com que nossos irmãos brancos podem confiar na mudança das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas, elas não empalidecem.
Como pode-se comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal idéia é estranha. Nós não somos donos da pureza do ar ou do brilho da água. Como pode então comprá-los de nós? Decidimos apenas sobre as coisas do nosso tempo. Toda esta terra é sagrada para o meu povo. Cada folha reluzente, todas as praias de areia, cada véu de neblina nas florestas escuras, cada clareira e todos os insetos a zumbir são sagrados nas tradições e na crença do meu povo.
Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um torrão de terra é igual ao outro. Porque ele é um estranho, que vem de noite e rouba da terra tudo quanto necessita. A terra não é sua irmã, nem sua amiga, e depois de exaurí-la ele vai embora. Deixa para trás o túmulo de seu pai sem remorsos. Rouba a terra de seus filhos, nada respeita. Esquece os antepassados e os direitos dos filhos. Sua ganância empobrece a terra e deixa atrás de si os desertos. Suas cidades são um tormento para os olhos do homem vermelho, mas talvez seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que nada compreende.
Não se pode encontrar paz nas cidades do homem branco. Nem lugar onde se possa ouvir o desabrochar da folhagem na primavera ou o zunir das asas dos insetos. Talvez por ser um selvagem que nada entende, o barulho das cidades é terrível para os meus ouvidos. E que espécie de vida é aquela em que o homem não pode ouvir a voz do corvo noturno ou a conversa dos sapos no brejo à noite? Um índio prefere o suave sussurro do vento sobre o espelho d'água e o próprio cheiro do vento, purificado pela chuva do meio-dia e com aroma de pinho. O ar é precioso para o homem vermelho, porque todos os seres vivos respiram o mesmo ar, animais, árvores, homens. Não parece que o homem branco se importe com o ar que respira. Como um moribundo, ele é insensível ao mau cheiro.
Se eu me decidir a aceitar, imporei uma condição: o homem branco deve tratar os animais como se fossem seus irmãos. Sou um selvagem e não compreendo que possa ser de outra forma. Vi milhares de bisões apodrecendo nas pradarias abandonados pelo homem branco que os abatia a tiros disparados do trem. Sou um selvagem e não compreendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais valioso que um bisão, que nós, peles vermelhas matamos apenas para sustentar a nossa própria vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem os homens morreriam de solidão espiritual, porque tudo quanto acontece aos animais pode também afetar os homens. Tudo quanto fere a terra, fere também os filhos da terra.
Os nossos filhos viram os pais humilhados na derrota. Os nossos guerreiros sucumbem sob o peso da vergonha. E depois da derrota passam o tempo em ócio e envenenam seu corpo com alimentos adocicados e bebidas ardentes. Não tem grande importância onde passaremos os nossos últimos dias. Eles não são muitos. Mais algumas horas ou até mesmo alguns invernos e nenhum dos filhos das grandes tribos que viveram nestas terras ou que tem vagueado em pequenos bandos pelos bosques, sobrará para chorar, sobre os túmulos, um povo que um dia foi tão poderoso e cheio de confiança como o nosso.
De uma coisa sabemos, que o homem branco talvez venha a um dia descobrir: o nosso Deus é o mesmo Deus. Julga, talvez, que pode ser dono Dele da mesma maneira como deseja possuir a nossa terra. Mas não pode. Ele é Deus de todos. E quer bem da mesma maneira ao homem vermelho como ao branco. A terra é amada por Ele. Causar dano à terra é demonstrar desprezo pelo Criador. O homem branco também vai desaparecer, talvez mais depressa do que as outras raças. Continua sujando a sua própria cama e há de morrer, uma noite, sufocado nos seus próprios dejetos. Depois de abatido o último bisão e domados todos os cavalos selvagens, quando as matas misteriosas federem à gente, quando as colinas escarpadas se encherem de fios que falam, onde ficarão então os sertões? Terão acabado. E as águias? Terão ido embora. Restará dar adeus à andorinha da torre e à caça; o fim da vida e o começo pela luta pela sobrevivência.
Talvez compreendêssemos com que sonha o homem branco se soubéssemos quais as esperanças transmite a seus filhos nas longas noites de inverno, quais visões do futuro oferecem para que possam ser formados os desejos do dia de amanhã. Mas nós somos selvagens. Os sonhos do homem branco são ocultos para nós. E por serem ocultos temos que escolher o nosso próprio caminho. Se consentirmos na venda é para garantir as reservas que nos prometeste. Lá talvez possamos viver os nossos últimos dias como desejamos. Depois que o último homem vermelho tiver partido e a sua lembrança não passar da sombra de uma nuvem a pairar acima das pradarias, a alma do meu povo continuará a viver nestas florestas e praias, porque nós as amamos como um recém-nascido ama o bater do coração de sua mãe. Se te vendermos a nossa terra, ama-a como nós a amávamos. Protege-a como nós a protegíamos. Nunca esqueça como era a terra quando dela tomou posse. E com toda a sua força, o seu poder, e todo o seu coração, conserva-a para os seus filhos, e ama-a como Deus nos ama a todos. Uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus. Esta terra é querida por Ele. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino comum."

Fonte: Willian Dufty. Sugar Blue. O Gosto Amargo do Açúcar. Editora Ground.

10/12/2008

LEVE SEUS OLHOS PARA PASSEAR


Onde estão os olhos brilhantes?
Deixei lá atrás... há muito tempo atrás.
Vou convidar as estrelas, os planetas, todos os peixinhos do mar e minha jaguatirica Titica pra buscar meus olhos dantes brilhantes como o fio da luz dourada do manto da Virgem Santíssima.
Deixamos escapar neste pseudo cotidiano " BOM BOM " as muitas cores da natureza em festa, a formosura do arco-íris, o prateado de um luar enamorado, o brilho de um céu estrelado numa cidade do interior.
Se medito e fecho os olhos, consigo ver, mas o brilho não tem mais...
Esquecemos de olhar as cores, esquecemos de sonhar, simplesmente porque escolhemos outra coisa.
E como diz um filósofo, estamos esquecendo de levar nossos olhos para passear, para curtir a riqueza da multiplicidade das cores, deixar os olhos pausar e se encantar com o brilho intenso do prateado da lua grande, que insinua encantamento testemunhando o amor.
E se a viagem for mais longe ainda, numa fazenda sem luz elétrica, olhar o misterioso céu estrelado magnificamente bordado pelos dedos Divinos. Imponente e magistral espaco sideral.

Imaginemos o diálogo de seus olhos com você:

- Olá!

- Eu sou seus olhos.

- Estou chateado, faz muito tempo que não me leva pra passear.

- Estou muito saudades das noites coloridas e iluminadas pelas estrelas.Com saudades das fitas multicolores do por do sol, tenho alguns rascunhos em minha memória.Tanto tempo que não vejo a estrela matutina.

Que achou da idéia de levar seus olhos para passear. Vamos, decida levar para um lindo passeio. Devolver aos olhos o brilho intenso do encantamento de ver e enxergar as nuances coloridas da vibrante vida da natureza.

Decidiu... KIBON... BOM... BOM... BOM

Então vamos passear enquanto seu lobo não vem

PS: O lobo é a mesmice do cotidiano, hahahaha
Norma Villares

09/12/2008

SUBIR OU DESCER O RIO?


"Subir ou descer o rio? Não esqueça que descendo, a correnteza conquista o rio para nós. Na subida, a conquista é nossa.”

Existem coisas que conquistamos e outras que a vida nos dá como se fosse uma dádiva divina. As últimas, na verdade não são nossas, são apenas empréstimos. Devemos usá-las para o bem estar nosso e geral. Somos administradores destas dádivas e nunca seus proprietários reais.
Sobre a inquietação da alma em querer mais e mais... Pense bem, pois sempre existe a possibilidade e uma grande probabilidade de ser realizado.
É alguma coisa por aí...
Percebemos que sempre estamos recebendo alguma coisa, e em breve poderemos receber mais. Todavia, se já recebeu e, no momento, está administrando. Como está trabalhando com esta coisa, como empréstimo ou como proprietário.
Reflita bem, se recebeu gratuitamente, a correnteza ajudou a conquistar o rio. Tendo consciência disso, utilize para o bem geral saia desta indefinição e vá à luta com firmeza, promova atitudes que enriqueça a si e ao outro. Com certeza absoluta, tudo se resolverá favoravelmente, pois a conquista do rio ajudou em nossa conquista pessoal.
Mas, nunca deixe de escutar a Sabedoria da Alma. Existem momentos em que a personalidade se deslumbra, deseja e busca conseguir coisas que trazem dor e sofrimento no futuro.
Em alguns momentos o “sucesso” sobe à cabeça, e esquecemos que foi a correnteza que ajudou a subir o rio.
É hora de meditar, cair em si... Deixar a “ficha” cair ... cair...
Pois podemos estar vivendo um momento destes.
É preciso não esquecer que resultados “positivos” que estejam em desacordo com a missão e a finalidade da alma encarnada só trarão abandono, dor e sofrimento no futuro.
Escute mais o que sua Alma tem a dizer.
Para começar algo verdadeiro sob o ponto de vista da vida espiritual é preciso ganhar a batalha contra os impulsos mundanos, a vida anímica e a cegueira moral utilizando-se da inteligência, do saber espiritual e do aprender a ouvir e seguir os conselhos cotidianos dados pela alma.
“Subir ou descer o rio?
Não esqueça que descendo, todo o Universo conspira para êxito, só nos resta agradecer.
Também nunca se esqueça que subindo o rio, a conquista é pessoal, e por isso maior a responsabilidade em agradecer a sabedoria essencial que fortaleceu o caráter para vencer os obstáculos e intempéries da vida.
“Subir ou descer o rio?
Eis a grande e sábia opção...

08/12/2008

HO'OPONOPONO

SINTO MUITO, ME PERDOE, TE AMO, SOU GRATO

Muitos amigos têm-me perguntado sobre o ho´oponono. Esta forma de se livrar das dores da alma e dos males que afligem a humanidade tem despertado o interesse de muita gente. Todos buscam por informação sobre este sistema Havaiano de cura, e os adeptos do Ho’oponopono têm aumentado muito aqui no Brasil estes últimos meses. Existem muitas traduções para o português de artigos em inglês que constam na internet. All Mcallister, um escritor riograndense, reuniu vários que melhor abordavam o processo e incluiu em um E-book que pode ser baixado gatuitamente neste site: www.hooponopono.com.br
A respeito da prática em si, que é muito simples e objetiva, vou apresentá-la aqui:
Agora você vai entender porque o intelecto não dispõe dos recursos para resolver problemas, ele só pode manejá-los. E manejar não resolve problemas. Ao fazer o Ho’oponopono você pede a Deus, a Divindade, para limpar, purificar a origem destes problemas, que são as recordações, as memórias. Você assim neutraliza a energia que você associa à determinada pessoa, lugar ou coisa. No processo esta energia é libertada e transmutada em pura luz pela Divindade. E dentro de você o espaço que foi liberado é preenchido pela luz da Divindade.
Então, no Ho’oponopono não há culpa, não é necessário reviver sofrimento, não importa saber o porquê do problema, de quem é a culpa, sua origem.No momento que você nota dentro de si algum incômodo em relação a uma pessoa, ou lugar, acontecimento ou coisa, inicie o processo de limpeza, peça a Deus:
“Divindade, limpe em mim o que está contribuindo para este problema.” Então use as frases desta seqüência: “Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.” várias vezes, você pode destacar uma que lhe toca mais naquele momento e repeti-la. Deixe sua intuição lhe guiar.
Quando você diz “Sinto muito” você reconhece que algo (não importa se saber o que) penetrou no seu sistema corpo/mente. Você quer o perdão interior pelo o que lhe trouxe aquilo. Ao dizer “Me perdoe” você não está pedindo a Deus para te perdoar, você está pedindo a Deus para te ajudar se perdoar. “Te amo” transmuta a energia bloqueada (que é o problema) em energia fluindo, religa você ao Divino. “Sou grato” é a sua expressão de gratidão, sua fé que tudo será resolvido para o bem maior de todos envolvidos. A partir deste momento o que acontece a seguir é determinado pela Divindade, você pode ser inspirado a tomar alguma ação, qualquer que seja, ou não. Se continuar uma dúvida, continue o processo de limpeza e logo terás a resposta quando completamente limpo.
Lembre-se sempre que o que você vê de errado no próximo também existe em você, somos todos Um, portanto toda cura é auto cura. Na medida em que você melhora o mundo também melhora. Assuma esta responsabilidade. Ninguém mais precisa fazer este processo, só você.
A prece a seguir é da criadora do sistema Ho’oponopono da Identidade Própria, a Kahuna Morrnah Simeona. Faça esta oração em relação a qualquer problema com qualquer pessoa; ao se fazer o apelo ao Divino Criador estamos nos dirigindo à divindade que existe dentro de todas as pessoas, que é a extensão do Divino Criador. Só é necessário isso.
“Divino Criador, pai, mãe, filho em Um... Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais lhe ofendemos, à sua família, parentes e ancestrais em pensamentos, palavras, atos e ações do início da nossa criação até o presente, nós pedimos seu perdão... Deixe isto limpar, purificar, libertar, cortar todas as recordações, bloqueios, energias e vibrações negativase transmute estas energias indesejáveis em pura luz... Assim está feito.”

Postado por Antônio Carlos
http://magojpf.blogspot.com/2008/06/sinto-muito-me-perdoe-te-amo-sou-grato.html
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