(fotografia Norma Villares)
Tu és o meu amor, acredita,
embora eu diga que não.
As palavras nem sempre dizem
o que sente o coração.
(autor desconhecido)
embora eu diga que não.
As palavras nem sempre dizem
o que sente o coração.
(autor desconhecido)
Como crianças felizes brincavam... Amavam... Sorriam... Criavam... Luziam... Vicejavam... Curtiam...Voavam... Ouviam... Silenciavam... Sentiam... Beijavam... Tocavam... Poetizavam.. Cantavam hinos de amor...
No âmago do peito sinais de cortesia brilhavam em suaves labaredas, eram os sinais dos olhos que luziam em sentimentos no templo do coração. E no rendilhado da vida o diálogo era vívido, crepitava a chama da iluminação... Voavam atentos no céu estrelado... Silenciosa chama vermelha reluzindo o amor in natura, apenas saudades verte no canto alegre na onda do 'ir e vir' com suavidade.
Nada mais arde a alma em queixumes, o homem psico-lógico fragmentado e mutilado em sua existência, degusta as novas experiências de unir-se ao espiritual, preparando coração e mente na direção ao grande vôo aos portais de estados consciências 'mutatis mutandis' .
E as novas músicas são ouvidas com contentamentos que toca na porta aberta do puro coração. São corações saudáveis ornados com plumas douradas, bem penteadas como fios de sedas... E nas solares vestimentas transmutamos como gansos selvagens que voam em direção ao cume da montanha. Vicejam e sonham com a grande união de luz.
E assim no céu de anil, corações luminares voam em direção a montanha encantada...
Norma Villares
30.03.2011
30.03.2011
(A montanha encantada dos gansos selvagens, na mitologia chinesa, referem-se ao local sagrado de encontro entre as metades da alma. E o caminho a ser seguido pelos gansos é que levará ao cume da montanha, a plena realização de um grande amor)