Cada coisa vivente contém a fagulha Divina, e percebemos que está recheado pelo amor verdadeiro que é a força propulsora por trás da flor.
Antes porém, há momentos em que o amor é cheio de equívocos e crenças limitantes, e tudo leva a revisões de paradigmas. Nesta horadevemos parar, retificar para aprender... Creio que ainda temos muito que aprender sobre o amor.
Há momentos em que o amor é muito elevado e,tudo leva a calar o espírito... E precisamos estar silentes, porque todos os eventos são verdadeiros, mas é precioso crescer no silencioso espaço Divino.O bem é silencioso, o mal é falastrão.
Há momentos que o amor encontra manifestações elevadas e, tudo leva a andar. Esta é a hora de colocar o amor em movimento, pois este detém o poder maior de realizar...
E todo este conhecimento com certeza nos surpreenderá.
Pois o amor não é para quem quer tê-lo, mas para quem fez esforço para merecê-lo.
"Olhe para dentro e a vida, ao que parece, está longe de ser "assim".
Examine por um momento uma mente comum, num dia comum. A mente recebe milhares e milhares de impressões — triviais, fantásticas, evanescentes ou gravadas com a agudez do aço. Vêm de todos os lados, — uma chuva incessante de inúmeros átomos; e ao caírem, ao se transformarem na vida de segunda ou terça-feira, o acento recai de modo diferente do de antigamente; o momento de importância veio, não aqui, mas ali; de modo que se o escritor fosse um homem livre e não um escravo, se pudesse escrever o que bem lhe apraz e não o que lhe é imposto, se pudesse basear seus trabalhos nos seus próprios sentimentos e não nas convenções, não haveria enredo, nem comédia, nem tragédia, nem interesse de amor ou catástrofe, segundo o estilo convencional, e talvez nem um único botão fosse pregado em Bond Street conforme o desejo do alfaiate. A vida não é uma série de lâmpadas de trole simetricamente dispostas; a vida é um halo luminoso, invólucro semitransparente que nos circunda desde o começo da percepção até o fim. E não será esta a tarefa do romancista, a de transmitir, com tão pouca mescla do estranho e externo quanto possível, esse espírito mutável, desconhecido e ilimitado, quaisquer que sejam as aberrações ou complexidades que ele, romancista, possa descrever?” (Virginia Woolf).
Pois é gente amiga, que tipo de impressão estamos coletando diriamente? Creio que a mente é uma captadora de excelência, mas a vontade é o grande comandante. E o "novo" pede um olhar para dentro de si.
Sabes quem era? Pois não duvido que porás esta mensagem a correr pelo teu "mundo". Trata-se de uma justa Homenagem !
O prémio não o leva sempre quem mais o merece!
Irena Sendler
Uma senhora de 98 anos chamada Irena acabou de falecer.Durante a 2ª Guerra Mundial, Irena conseguiu uma autorização para trabalhar no Gueto de Varsóvia, como especialista de canalizações. Mas os seus planos iam mais além... Sabia quais eram os planos dos nazis relativamente aos judeus (sendo alemã!)
Irena trazia meninos escondidos no fundo da sua caixa de ferramentas e levava um saco de sarapilheira, na parte de trás da sua camioneta (para crianças de maior tamanho). Também levava, na parte de trás da camioneta, um cão a quem ensinara a ladrar aos soldados nazis quando entrava e saia do Gueto. Claro que os soldados não queriam nada com o cão e o ladrar deste encobriria qualquer ruído que os meninos pudessem fazer. Enquanto conseguiu manter este trabalho, conseguiu retirar e salvar cerca de 2500 crianças. Por fim os nazis apanharam-na e partiram-lhe ambas as pernas e os braços e prenderam-na brutalmente.
Irena mantinha um registo com o nome de todas as crianças que conseguiu retirar do Gueto, que guardava num frasco de vidro enterrado debaixo de uma árvore no seu jardim. Depois de terminada a guerra tentou localizar os pais que tivessem sobrevivido e reunir a família. A maioria tinha sido levada para as câmaras de gás. Para aqueles que tinham perdido os pais ajudou a encontrar casas de acolhimento ou pais adoptivos. No ano passado foi proposta para receber o Prémio Nobel da Paz... mas não foi seleccionada. quem o recebeu foi Al Gore por uns dispositivos sobre o Aquecimento Global Não permitamos que, alguma vez, esta Senhora seja esquecida!!
In MEMORIAM - 63 YEARS LATER In Memoriam - 63 anos depois
Por favor, leia atentamente o cartoon mostrado abaixo pela mensagem que passa, é impactante. Depois lê os comentários finais.
ESTÁ TRADUZIDO MAIS ABAIXO!
Estou transportando o meu grão de areia, reenviando esta mensagem. Espero que faças o mesmo.In Memoriam
Tradução do cartoon: Menina:Tenho que lhe dizer uma coisa, senhor... Tem no seu braço uma tatuagem sem graça nenhuma. É só um montão de números. Senhor: Bem, teria a tua idade quando ma fizeram. Mantenho-a como uma recordação. Menina: Oh! ... Uma recordação de dias mais felizes? Senhor: Não, de um tempo em que o mundo ficou louco. "Imagina-te a ti mesma num país em que os teus compatriotas seguem a voz de um político extremista que não gostava da tua religião. Imagína que te tiravam tudo, que enviavam toda a tua família para um campo de concentração, para trabalhar como escravos e ser assassinados sistematicamente. Nesse sítio tiravam-te até o teu nome para ser substituído por um número tatuado no teu braço. Chamou-se a isso O Holocausto, quando milhões de pessoas foram mortas só pelas sua crenças religiosas..." Menina: Então tu usas essa tatuagem para recordares o perigo das políticas extremistas! Senhor: Não, querida. É para que tu o recordes.
Passaram já mais de 60 anos desde que terminou a 2ª Guerra Mundial na Europa. Este e-mail está a ser reenviando como uma cadeia comemorativa, em memória dos 6 milhões de judeus, 20 milhões de russos, 10 milhões de cristãos e 1.900 sacerdotes católicos que foram assassinados, massacrados, violados, mortos à fome e humilhados, com os povos da Alemanha e Rússia olhando para o outro lado. Agora, mais que nunca, com o Iraque, Irão e outros proclamando que O Holocausto é um mito, é imperativo assegurar que o Mundo nunca esqueça. A intenção deste mensagem é chegar a 40 milhões de pessoas em todo o Mundo.Une-te a nós e sê mais um elo desta cadeia comemorativa e ajuda a distribuí-la por todo o mundo. Por favor, envia este e-mail às pessoas que conheces e pede-lhes que não interrompam esta cadeia.
O MUNDO PRECISA DE PAZ Irena você é gente que faz a diferença!
As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimônias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.
Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º Domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia chamado “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões. No Domingo da Mãe, os servos tinham um dia de folga e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.
À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” – a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe. As pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães como a Igreja.
Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida pela primeira vez em 1872 por Julia Ward Howe e algumas apoiantes, que se uniram contra a crueldade da guerra e lutavam, principalmente, por um dia dedicado à paz.
A maioria das fontes é unânime acerca da idéia da criação de um Dia da Mãe. A idéia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 cravos para a igreja de Grafton – encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados mundialmente com símbolos de pureza, força e resistência das mães.
Segundo Anna Jarvis seria objetivo deste dia tomarmos novas medidas para um pensamento mais activo sobre as nossas mães. Através de palavras, presentes, atos de afeto e de todas as maneiras possíveis deveríamos proporcionar-lhe prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe.
Face à aceitação geral, a sra. Jarvis e os seus apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de suporte da família e da nação.
A campanha foi de tal forma bem sucedida que em 1911 era celebrado em praticamente todos os estados. Em 1914, o Presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe.
Hoje em dia, muitos de nós celebram o Dia da Mãe com pouco conhecimento de como tudo começou. No entanto, podemos identificar-nos com o respeito, o amor e a honra demonstrados por Anna Jarvis há 96 anos atrás.
Apesar de ter passado quase um século, o amor que foi oficialmente reconhecido em 1907 é o mesmo amor que é celebrado hoje e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia muito especial.
E é o que fazem praticamente todos os países, apesar de cada um escolher diferentes datas ao longo do ano para homenagear aquela que nos põe no mundo.
Em Portugal, até há alguns anos atrás, o dia da mãe era comemorado a 8 de Dezembro, mas atualmente o Dia da Mãe é no 1º Domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Cristo
No Brasil a introdução desta data se deu no RIO GRANDE DO SUL, em 12 de maio de 1918, por iniciativa de EULA K. LONG, em SÃO PAULO, a primeira comemoração se deu em 1921.
A oficialização se deu por decreto no Governo Provisório de Getúlio Vargas, que em 5 de maio de 1932, assinou o decreto nº 21.366.
Em 1947, a data foi incluída no calendário oficial da Igreja Católica por determinação do Cardeal Arcebispo do Rio, Dom Jaime de Barros Câmara. ( Guia dos Curiosos -Marcelo Duarte - Portugal)
Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche, na hora do jantar. E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho muito duro.
Naquela noite longínqua, minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai. Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez, foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola.
Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.
Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada. E eu nunca esquecerei o que ele disse:
" Baby, fica tranquila, eu adoro torrada queimada."
Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada. Ele me envolveu em seus braços e me disse:
"Meu filho, sua mãe teve hoje, um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada. Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é cheia de imperfeições e as pessoas tambem não são perfeitas. E eu também não sou um melhor empregado, ou cozinheiro!"
O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros.
Mantenha a neutralidade e a conexão. Que possa aprender a levar o bem, o mal, as partes feias de sua vida colocando-as aos pés do Criador. Porque afinal, Ele é o único que poderá lhe dar um relacionamento no qual uma torrada queimada não seja um evento destruidor. "
De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, e com amigos. Não ponha a chave de sua felicidade no bolso de outra pessoa, mas no seu próprio. Veja pelos olhos de Deus e sinta pelo coração Dele; você apreciará o calor de cada alma, incluindo a sua. As pessoas sempre se esquecerão do que você lhes fez, ou do que lhes disse mas nunca esquecerão o modo pelo qual você as acolheu e valorizou. (Autor desconhecido)
Recebi esse email e achei tão bonito, que resolvi postar aqui pra vocês, e o título é muito sugestivo, chega de mansinho e abraça a imperfeição e humaniza todos nós. E porque somos humanos, ainda estamos transitando nesse estado de imperfeição, mas se somos flexíveis caminhamos para a perfeição. Bom dia!
Falando de Amizade, Simulacros, Relacionamentos, Carma e Verdades, na Lata!
“Não existem inimigos fora de você mesmo.Sabe aquele amigo de ontem, que hoje lhe detesta ou depõe contra? Na verdade, nunca foi seu amigo verdadeiro. Era um simulacro de amigo.
Amigo real, dos bons, jamais vira a cara, mesmo com todas as adversidades conjuminando contra; mesmo com fofocas e tolices rolando no meio escuro da maledicência.
A vida é assim: as pessoas vão e vêm, e vice-versa; faz parte do jogo de viver.
Quem é verdadeiro, pontifica na amizade e no respeito; quem é amigo só de fachada, sempre tem algum interesse mesquinho no final; sempre apresentará a conta pela amizade.
Birras, muxoxos, pirraças, semblantes amarrados ou falação descabida pelas costas, tudo isso faz parte do coração do simulacro de amigo. Ou seja, é estado de consciência dele mesmo.
Portanto, passe por isso tranqüilamente. As consciências se encontram na eternidade da vida, isso é certo. O que não foi feito corretamente, com certeza será esclarecido; às vezes em outros planos de consciência, onde cada um poderá ver o que está no coração do outro, sem véus ou falação descabida. Deixe o tempo rolar suas águas por baixo das pontes vitais...
De sua parte, apenas seja generoso. Perdoe os atritos e palavras mal projetadas por outros.Você não sabe o que se passa no íntimo de ninguém. Aliás, muitas vezes você não sabe nem o que se passa com você mesmo, ou o por quê de certas sensações e coisas que sente e lhe impulsionam os atos.Deixe os outros com eles mesmos, cada um com a responsabilidade daquilo que fala, sente e faz. E você, consigo mesmo, ciente de tudo o que acontece em seus pensamentos, emoções e atitudes. E responsável, acima de tudo.
Se alguém falou mal de você, problema da pessoa (causa e efeito de cada um); mas se você se ofendeu com isso, aí o problema é seu (causa e efeito seus mesmo). E se você falou mal, isso é seu também. É simples assim; chama-se causa e efeito.”
“Sabe quem entende bem disso? O Dr. Carma! Ele é o especialista.Trabalhe a paz em você mesmo. A imaturidade dos outros é problema deles. Evite julgar a conduta alheia; se alguém quer se afastar, respeite. Se os motivos alheios forem pequenos, isso é deles mesmos. Preste mais atenção nos seus próprios motivos; se eles forem pequenos, resolva-os. E um dos motivos pequenos é justamente o aborrecer-se com o julgamento alheio. Quando o amigo é um simulacro, a atitude é pequena. Amizades, casamentos ou sociedades de simulacro, sempre acabam pequenos. Só o amor é real e grandioso! E isso é tão raro! Tão raro como respeitar a vida.”
(Resposta da Cia. do Amor a uma pergunta feita por um amigo próximo, que enviou um e-mail triste, em que conta como estava magoado com a ruptura de uma amizade antiga, por motivos bobos, que, segundo ele, poderiam ter sido resolvidos com mais diálogo, maturidade e compreensão).
“Rapaz, seja grandioso! Não por ego, mas pela sua paz de espírito.Saiba valorizar melhor os seus amigos reais, e jamais os perca, pois eles são raros. São eles que lhe compreenderão nos momentos difíceis; são eles que permanecerão. E não leve as coisas tão a sério, nem a si mesmo, ou o que dizem de você. Seja você mesmo, mas grandioso! Dá trabalho, mas garante a melhoria. Mas, também dá trabalho ser pequeno: dói demais, por dentro. E, quem projeta farpas no mundo, é porque já as tinha em seu arsenal interior.”
- Cia. do Amor - A Turma dos Poetas em Flor.
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – Curitiba, 10 de outubro de 2006).
Segue uma mensagem para ler e refletir com lucidez e sensatez.
Estes últimos dias ando sorumbática (gostaram do nome). Pois é, jururu. São dias que pegamos uma flor e iniciamos a trajetória, bem me quer... mal me quer... bem me quer... Onde está quem me quer? E esta flor fica totalmente desencantada porque sobrou apenas uma pétala, assim como estou hoje. Aff... JURURUZINHA com uma pétala só... E eu não sou pessismista, sou mais para Polyana, diga-se de passagem já terapeutizei com a minha Polyana interior. Vejo que este é um bom momento para curtir sozinha, isolar um pouco para ter uma noção mais ampla e clara das coisas. Há momentos em que é preciso ficar só, a fim de contemplar o que jaz entre o céu e o inferno. Enfim, ficando um pouco com meus botões isolada numa torre...Quem sabe, se um bom diálogo com eles, não me traga uma solução serena.Vou ficando por aqui amigos, desculpa não ter comentado em seus blogs, espera um pouquinho. Eu creio, que isso também há de passar!Segue um abracinho com leveza de asas de passarinho e suavidade de uma brisa.Há de Passar!
"Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas"...
As pérolas são feridas curadas, pérolas são produtos da dor, resultados da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia.
A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia a penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra.
Como resultado, uma linda pérola é formada. Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada...
Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de um amigo?
Já foi acusado de ter dito coisas que não disse?
Suas idéias já foram rejeitadas, ou mal interpretadas?
Você já sofreu os duros golpes do preconceito?
Já recebeu o troco da indiferença?
Então, produza uma pérola !!!
Cubra suas mágoas com várias camadas de amor.
Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam por esse tipo de movimento. A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, deixando as feridas abertas, alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, não permitindo que cicatrizem.
Assim, na prática, o que vemos são muitas "ostras" vazias, não porque não tenham sido feridas, mas porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor.
Um sorriso fala mais que mil palavras... (autor desconhecido).
Nas histórias de uma memória viva, num reino que dista sem ser distante. Num rico paraíso de luz existia uma belíssima montanha do amor rodeada por vales perfumados e poesia onde tudo era vivificado em pura magia...
Nela vivia e saltitava um alegre e solitário coração de cristal que cintilava pela vida com o brilho do universo festivo.
E com uma alegria sem igual subiu ao pico mais alto da montanha do amor e, encontrou outro coração de cristal. E respirando na pura brisa da montanha do amor, deixaram ser tocados sutilmente pela energia do coração. Os brilhosos corações abriram seus tesouros d'almas e, se uniram num festival transcendente do caminho misterioso do amor, e a sublimidade cantava louvores doando reluzentes jóias semeadas no poço das virtudes. E todos os verbos conjugados eram mágicos, evocando a quimeras e humanitários sonhos de amor incondicional...
A fonte foi buscada e a essência encontrada... No reencontro da magia do amor toda vida iluminava-se. Era o fulgor dos brilhos que se elevava e se tornava uno com o Divino. E o desabrochar do amor enriquecia os tesouros d'alma e os corações extasiavam-se com suas riquezas pessoais. Muito idealismo, aventura e senso de liberdade revelavam um encontro comprometido, vivendo cada momento auspicioso.
Mas eram corações desajeitados e cheios de equívocos, sem saber tocar os pés no chão, deixaram de assumir o primeiro passo importante de um relacionamento responsável e maduro. Não cumpria o que prometia, fugindo como adolescente apavorado ao sinal de responsabilidade. Foi mostrando-se descomprometido com o amor, e sem se preocupar com o futuro nada queria aprender para instalação do novo. E sem qualquer preparo para as armadilhas do velho com roupagem do novo, um coração demonstrava apenas o interesse de ser enaltecido ao praticar esse jogo do amor. E sem querer querendo, um coração quebrou o outro coração de cristal e, foi-se embora sem se importar com os estragos que para trás deixou...
E para não quebrar a harmonia da Montanha do Amor, esse coração teimoso e obstinado não tinha mais o direito de viver na mágica Montanha do Amor, a não ser que ele amadurecesse...
Se ainda não aprendemos amar, não estudamos sobre o amor, não sentimos o amor, sempre afetamos outros corações. Em primeiro lugar precisamos ouvir nossas idiossincrasias e aceitá-las, por mais equivocadas que sejam, e depois caminhar inteiros, plenos de lucidez pelos vales floridos na linda e mágica montanha do amor. Essa montanha, esse vales perfumados ajudam despertar o melhor da alma no tesouro da essência.
Mas coração despedaçado só conhecia a melancolia, as lágrimas brilhantes derretiam-se nos cacos de cristais coloridos, e transmutavam-se em pisca-piscas cintilantes brindando a nova vida que descortinava ante a dor.
Eram cacos de cores coruscantes e cada um deles guardavam as sementes do puro amor, que jazia inerte sem saber o novo rumo a ser tomado. Mas, o novo clama e o espaço estava aberto para grande transmutação...
Opedaço decristal branco sorria de pura paz e transformava em fonte pacífica partejando harmonia. O caco rosa representando o amor leal, vibrava intensamente no amor incondicional. O lilás enaltecia a cura, que por sua vez vestia de azul real brindando a serenidade. Outros cacos brincavam em puro regozijo vestindo-se de vermelho, amarelo e abóbora distribuindo calor humano e alegria genuína. E a prosperidade fazia-se presente no caco verde que se multiplicava em mil cores gerando a abundância cósmica. E sem igual o prateado e o dourado coroava em beleza sem igual, a vida nova do ex coração de cristal.
Essas cores vibrantes como um arco-iris, corriam faceiras e com ligeireza ímpar criavam redomoínhos de amor rogando ao Divino um lugar ao céu.
Em resposta, o grande Arquiteto Cósmico com generosidade de sublime afeição e carinho foi juntando os cacos de cristais do coração choroso e, promoveu a luminosa iniciação deles no portal do caleidoscópio...
Cada caco tinha brilhos faiscantes que tocado no claro instante ingressava-se de mansinho no grande ritual de passagem para feliz transmutação.
Tudo era música, beleza e poesia, pois nos cacos de cristais somente existia, transmutação e estesia, pois a borracha da vida limpara o passado de agonia e, nada mais restava da antiga dor...
Eles corriam e abrilhantavam a vida nova, e descobriam que sentimentos e dores, são cacos faiscantes no baile dançante no poço da alquimia.
Eis que surge de repente um resplandecente caleidoscópio, e esses cacos reluzentes que o compunham nada sabia da vida de outrora, apenas sorriam com a vida de aurora abrindo-se ao novo do "agora".
Assim nasceu o caleidoscópio na montanha do amor, abrilhantando a vida de amor em prosa e poesia, um misto de luz e agonia... E que agora só conhecia o brilho da luz, fonte de alegria e amor numa vida de ventura e puro primor.
Passa pé de pinto... Passa pé de pato...
Eu contei uma história e você conta vinte e quatro...
Ontem eu li o ICHING para uma amiga e achei interessante a resposta, por isso posto aqui porque acredito que para fazer uma escuta profunda dos ecos da alma, é necessário a partilha.
O livro dizia que a principal prioridade nas atividades da vida deveria ser o emprego nas energias individuais, para que a ordem predomine sobre sobre o caos. Isso requer insights criativos, a sabedoria para enxergar nos outros o potencial do bem. Essa é a intuição benévola de concentrar energias no lugar certo, atendo os princípios orientadores da vida e aptidão para interagir com energia e vigor, com exata apropriação de eficácia e eficiência.
Através da vida devemos cultivar e, aplicar as percepções interiores e expressá-las nas mais elevadas formas de arte. E para obtermos tais intuições perceptivas, precisamos investir em virtudes, aquelas que nunca modificam ao passar do tempo. Virtudes ancestrais que as traças não roem e que nunca estarão expostas ao mofo e bolor. Esses são verdadeiros tesouros da alma e do espírito.
A par disso, deveria ser adicionada atitudes mentais positivas, com meditações para reprogramação nível cerebral e da alma, a percepção ficaria aguçada e a intuição seria bem acolhida no psiquismo de superfície. O futuro será radioso se aprender a superar emoções negativas, empenhando em descobrir formas de modificar os sentimentos na hora da adversidade. Assim, será capaz de de atrair a boa sorte, quando estiver alegre ou triste.
"Apenas quando conseguimos investir no bem, conseguimos ver o bem no outro"
Esses investimentos pessoais incluiria a ver e enxergar no outro o grande potencial ao bem, porque estaríamos trabalhando com a 'inclusão' e distanciaríamos da exclusão do outro, famigerada estrutura aterrorizante e vigente no mundo da vida.
Pelo que aprendemos por vezes somos capazes de ultrapassar as ordens e estruturas já existentes, a fim de criar novas ordens e estruturas, mais intrincadas e complexas, que inclusive exercitaremos a abertura para exercer o dom de iluminar numa simplicidade maior.
Tudo isso ajuda criar a extraordinária facilidade de encontrar respostas simples para problemas elaborados, respostas vistas que, em retrospectivas, parecem ter sido ofuscadamente óbvias por muito tempo.
Assim possuímos a capacidade de ver e enxergar longe, traduzir e comunicar essas respostas lúcidas e sensatas no mundo da vida, incluindo o outro com suas idiossincrasias. Essas são maneiras pelas quais podemos transformar o caos em ordem, e são esses os talentos pelos quais resolveríamos quaisquer problemas que pudessem surgir na vida de relação.
Sinalizo que o eco da alma deveria ser escutado com maior fidedignidade, assim a reverberação estaria numa ressonância de paz, amor e harmonia. E o caos nunca teria chance em detrimento da ordem. Pois a ordem traduz a pura energia de planos Divinos, e os arquitetos Siderais planejam o melhor para cada um de nós.
Abra-se para investir em virtudes e escutar o eco da alma...
Dê o seu melhor e colha o melhor no mundo da vida!
O Planeta Terra agradece, segue um "duo em violão", um vídeo muito bom.
Deixe-me voar, em busca de ti Ecom pés de plumas cruzar o anil do céu Nas nuvens me encantar com as esferas Em teus braços faceiros adormecer Plumadas em brancos flocos de eras Afundar em teu peito, oh! doce quimera Entranhadas de oferendas de amor Abrir-se ao vento que leva... Voar, sonhar e luzir...
Deixe-me sair, a procura de ti... Com largos e pequenos passos. Na aurora da liberdade encontrar. Sonoros alaridos de vida rica de amor.
Ena montanha sagrada unir num abraço ditoso, O canto dos cantos enlevados com palavras de amor Cantar, deslumbrar e sorrir...
Deixe-me navegar, em pesca de ti E pelos mares nadar sem fronteiras
Mergulhar em busca de teu coração
No profundo oceano trancado a sete chaves Submergir nas águas e vogar em teus braços Afundando em teus olhos serenos E tua imagem refletir a nossa luz. Nadar, flutuar e fluir...
Deixe-me andar distâncias atrás de ti E nas veredas do mundo trilhar Esozinha sem rumo e nem fundos No verdejante no destino profundo
Voar pelas nuvens, navegar em mares bravios
e caminhar nos vales e montanhas. Doar o amor guardado no meu coração.
Extasiar, presentear e sentir...
Deixe-me contar, as alegrias e dores Nos compassos musicais há sorrisos e flores Ditosas palavras iluminadas de amor Que espera o encontro perfumado