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29/09/2009

EDUCAR PARA CRESCER - EDGAR MORIN

Os verdadeiros analfabetos são aqueles que aprenderam a ler e não lêem.
Mário Quintana


Em 1999, a UNESCO solicitou ao filósofo Edgar Morin - nascido na França, em 1921 e um dos maiores expoentes da cultura francesa no século XX - a sistematização de um conjunto de reflexões que servissem como ponto de partida para se repensar a educação do século XXI.

Os sete saberes indispensáveis enunciados por Morin, objeto do presente livro:

- as cegueiras do conhecimento: o erro e a ilusão;
- os princípios do conhecimento pertinente;
- ensinar a condição humana;
- ensinar a identidade terrena;
- enfrentar as incertezas;
- ensinar a compreensão;
- a ética do gênero humano.

São eixos e, ao mesmo tempo, caminhos que se abrem a todos os que pensam e fazem educação e que estão preocupados com o futuro das crianças e adolescentes.

O texto de Edgar Morin tem o mérito de introduzir uma nova e criativa reflexão no contexto das discussões que estão sendo feitas sobre a educação para o Século XXI. Aborda temas fundamentais para a educação contemporânea, por vezes ignorados ou deixados à margem dos debates sobre a política educacional. E levará à revisão das práticas pedagógicas da atualidade, tendo em vista a necessidade de situar a importância da educação na totalidade dos desafios e incertezas dos tempos atuais.

Seus capítulos - ou eixos - expõem a genialidade, clareza e simplicidade do filósofo Morin, num texto dedicado aos educadores, em particular, mas acessível a todos que se interessam pelos caminhos a trilhar em busca de um futuro mais humano, solidário e marcado pela construção do conhecimento.

O que ele diz: defende a incorporação dos problemas cotidianos ao currículo e a interligação dos saberes. Critica o ensino fragmentado.

Um alerta: sem uma reforma do pensamento, é impossível aplicar suas idéias. O ser humano é reducionista por natureza e, por isso, é preciso esforçar-se para compreender a complexidade e combater a simplificação.

Reformar o pensamento. Essa é a proposta de Edgar Morin, estudioso francês que passou a vida discutindo grandes temas. Pai da teoria da complexidade, minuciosamente explicada nos quatro livros da série O Método, ele defende a interligação de todos os conhecimentos, combate o reducionismo instalado em nossa sociedade e valoriza o complexo.

A complexidade, pode, de início, causar estranhamento. O ser humano tende a afastar tudo o que é (ou parece) complicado. Morin prega que se faça, com urgência, uma modificação nessa forma de pensar. “Só assim vamos compreender que a simplificação não exprime a unidade e a diversidade presentes no todo”, define o estudioso. Exemplo: o funcionário de uma fábrica de automóveis é capaz de fazer uma peça essencial para o funcionamento de um veículo, mas não chega sozinho ao produto final. É importante ressaltar que Morin não condena a especialização, mas sim a perda da visão geral.

Na educação, o francês mantém a essência de sua teoria. Ele vê a sala de aula como um fenômeno complexo, que abriga uma diversidade de ânimos, culturas, classes sociais e econômicas, sentimentos... Um espaço heterogêneo e, por isso, o lugar ideal para iniciar essa reforma da mentalidade que ele prega. Izabel Cristina Petraglia, pós-doutorada em Transdisciplinaridade e Complexidade na École des Hautes Études en Sciences Sociales, em Paris, diz que as idéias de Morin para a sala de aula têm tudo a ver com o atual imperativo de a escola fazer sentido para o estudante.

“Aprende-se mais História e Geografia numa viagem porque é mais fácil compreender quando o conteúdo faz parte de um contexto.”


No livro Edgar Morin, Izabel afirma que no mundo todo o currículo escolar é mínimo e fragmentado. Para ela, essa estrutura não oferece a visão geral e as disciplinas não se complementam nem se integram, dificultando a perspectiva global que favorece a aprendizagem.

"O conjunto beneficia o ensino porque o aluno busca relações para entender. Só quando sai da disciplina e consegue contextualizar é que ele vê ligação com a vida.”

A escola, a exemplo da sociedade, se fragmentou em busca da especialização. Primeiro, dividiu os saberes em áreas e, dentro delas, priorizou alguns conteúdos. Para que as idéias de Morin sejam implementadas, é necessário reformular essa estrutura, uma tarefa complicada. “É difícil romper uma linha de raciocínio cultivada por várias gerações”, explica Ulisses Araujo, doutor em Psicologia Escolar e professor da Faculdade de Educação da Unicamp. Mas é perfeitamente possível. Um bom exemplo é pedir que os alunos usem um só caderno para todas as disciplinas. Isso acaba com a hierarquia que muitas vezes existe entre as matérias e mostra que nenhuma é mais importante que as outras. “Na verdade, todas estão interligadas e são dependentes entre si”.

Vou postar mais detalhadamente os postulados deste livro, porque são interessantes.

Fonte: Texto de Cristina Marangon e Eduardo Lima

http://www.educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/materias_296365.shtml?page=page3#

24/09/2009

PRIMAVERIDADE


Saudações à Primavera!
Que a Natureza Divina com primores de compaixão brindou-nos com mis flores. Gerada com intensidade da força da luz, transmutando na estação das estações. Luminosa rainha que enfloresce e aquece os corações com alegria e embevece os olhos diante de tantas cores.
Como é bom a chegada da Primavera, são tantas vibrações de luz...
Sol com ardência e fulgores todos os dias e todas horas nos lembra o presente da vida, que a prima fonte olou, e plurifica o milagre da vida e doa ao ser humano uma estação tão enflorescida.

Todas as árvores se enchem de encanto, se perfumam para embelezar a lida.
Com fragrância de floridas, deixa-nos o bálsamo benigno para penetrar nas entranhas profundas libertando as sombras que se escondem diante da luz.
E as narinas sentindo os ricos olores, ressumbrando em sensações tão sutis que eleva a alma a hostes celestiais.
A Primavera é estação do florescimento, e ajuda a compreender que está na hora de escutar o Divino, que sutilmente pede a cada um de nós.

- Floresça!

E o florescimento ajuda vencer a doce lida, recriando num ritual magnânimo na arte de viver a vida. De florescer presenteando com sonhos, utopias e gozos, na direção desta vida presente a da ultravida.
Todas estações vividas, trazem repertórios sagrados. Invernos, outonos em trilhas procelosas, percebendo as feridas sagradas que vida presenteou, para amadurecermos.
É tempo de deixar pra trás esta orfandade...
Pois a primavera nutrifica, trás emoções em tons vocálicos. Faz cantar os canais mais primorosos, como sinos metálicos, pedindo:

- Floresça!
- Floresça!

Reverberando a música Divina em variações fortalecidas, tonifica o coração amanhecido, pela força da aurora brilhante. Estamos em nova hora, de Primavera florida, que radiante solariza a alma sedenta, de encantos, flores e aromas...
Em todas as idades... Suavemente a Primavera conspira à entrada da luz da grande vida, e roga:

- Floresça!
- Floresça!
- Floresça!

É a Primaveridade, que remete alma numa sintonia plena com a força Divina, rica de luz, parteja em atrativos poéticos, cantigas, contos e muitas cores... Com mirabolantes encantos, devolvendo o viço dos olhos nunca dantes tão brilhantes.
Esqueça as outras estações vividas... deixa trás... bem trás...
A Primaveridade é um presente Divino, ricas em dotes e conspira o amadurecimento da alma, que premonida ativa a intuição, e solariza a vida diária com sabedoria.
Nascemos para realizar o dom da vida, encante-se com a Primavera, o novo floresce sem nada pedir é prosperidade Cósmica que oferece muita luz nesta rica estação.
Adote-se com Primaveridade, cada ser humano tem pura essência e necessita florescer...
Devolva-se a si mesmo o dom da vida que floresce e amanhece rico com tanta luz, que não economiza nenhum raio a ninguém.
Luz, flores e perfumes é um pedido da Primavera, que fala alto e bom tom:

- Floresça!
- Floresça!
- Floresça!
- Floresça!

Este texto e estas flores eu ofereço a todas lindas rosas e cravos que visitam, comentam em nossos blogs, e que perfumam o ambiente com seus aromas tão sutis e espirituais.

Você!
É, você mesmo!

23/09/2009

O QUE É UM HOMEM?


Quem é que vai por aí
aflito, místico, nu?
Como é que eu tiro energia
da carne de boi que como?

O que é um homem, enfim?
O que é que eu sou?
O que é que vocês são?

Tudo o que eu digo que é meu,
vocês podem dizer que é de vocês:
de outro modo, escutar-me
seria perder tempo.

Não ando pelo mundo a lastimar
o que o mundo lastima em demasia:
que os meses sejam de vácuo
e o chão seja de lama
e podridão.

A gemer e acovardar-se,
cheio de pós para inválidos,
o conformismo pode ficar bem
para os de quarta categoria;
eu ponho o meu chapéu como bem quero,
dentro ou fora de portas.

Por que iria eu rezar?
Por que haveria eu de me curvar
e fazer rapapés?

Tendo até os extratos perquirido,
analisado até um fio de cabelo,
consultado doutores
e feito os cálculos apropriados,
eu não encontro gordura mais doce
do que a inserida em meus próprios ossos.

Em toda pessoa eu vejo a mim mesmo,
nem mais nem menos um grão de mostarda,
e o bem ou mal que falo de mim mesmo
falo dela também.

Sei que sou sólido e são,
para mim num permanente fluir
convergem os objetos do universo;
todos estão escritos para mim
e eu tenho de saber o que significa
o que está escrito.

Sei que sou imortal,
sei que esta minha órbita não pode
ser traçada
pelo compasso de um carpinteiro qualquer.
Sei que não passarei

assim que nem verruga de criança
que à noite se remove
com um alfinete flambado.

Eu sei que sou majestoso,
não vou tirar a paz do meu espírito
para mostrar quanto vale
ou para ser compreendido:
tenho visto que as leis elementares
jamais pedem desculpas.
(Eu reconheço que, afinal de contas,
não levo meu orgulho
além do nível a que elevo minha casa.)

Existo como sou,
isso é o que basta:
se ninguém mais no mundo
toma conhecimento,
eu me sento contente;
e se cada um e todos
tomam conhecimento,
eu contente me sento.

Existe um mundo
que toma conhecimento,
e este é o maior para mim:
o mundo de mim mesmo.
Se a mim mesmo eu chegar hoje,
daqui a dez mil ou dez milhões de anos,
posso alcançá-lo agora bem-disposto
ou posso bem-disposto esperar mais.

O lugar de meus pés
está lavrado e ajustado em granito:
rio-me do que dizem ser dissolução
- conheço bem a amplitude do tempo.

Walt Whitman

17/09/2009

ORAÇÃO DA CRIANÇA


E a criança que não tinha nascido rezava:


Eu ainda não nasci, me console.
Eu tenho medo que a raça humana
com seus grandes muros me aprisione.
Com as suas fortes drogas me anestesie e aliene.
Com seus instrumentos de tortura me suplicie.
Com suas belas mentiras me engane.
E com banhos de sangue
me façam perder de mim mesmo.

Eu ainda não nasci...
Preparem água para me banhar.
Preparem grama para crescer para mim.
Preparem árvores para conversarem comigo.
Um céu para cantar para mim, pássaros.
E uma luz branca atrás da minha mente
para iluminar meu caminho.

Eu ainda não nasci.
Me dêem força contra aqueles
que vão querer esfriar a minha humanidade.
Me dêem força contra aqueles que vão querer me reduzir
A uma engrenagem de uma máquina,
A uma coisa de uma face só, a uma coisa.
Me dêem força contra aqueles que vão querer
dissipar a minha inteireza
e jogar fora a minha substância.

Porque se não for assim é melhor não nascer.

Roberto Crema

Nossas crianças!
A imagem de uma criança tira o cruel do mundo...
Ao postar esta oração, estou homenageando as crianças, as minhas, as suas e todos os humanos neste planeta Terra. Esta oração eu ouvi do Roberto num de seus seminários, e toca profundamente a alma e ensinava que vivemos num num século onde nossas crianças estão relegadas ao plano da indiferença e negligência.

A irresponsabilidade dos pais, gerando crianças soltas nas ruas, dormindo em calçadas, drogadas, vilipendiadas no seu direito à infância.

Outras crianças ricas largadas com seus brinquedos caros, solitárias e companheiras inseparáveis de jogos eletrônicos e amigos virtuais. E que amigos? Muitas vezes inimigos mortais.

Tantas crianças sofrendo penúrias de pobreza material, noutras circunstâncias é a pobreza espiritual e emocional que impera nos lares, órfãs de afeto, aconchego, cuidado e respeito. Crianças que caem de prédios, crianças espancadas e abusadas em todas as dimensões existenciais.

Até quando?

Onde vamos parar?

O que pode nos salvar desse tragédia?

Quais os caminhos urgentes a serem adotados por todos que acreditam numa educação construtiva e humanitária?

Preencher o coração de esperanças e lutar sem tréguas, para continuar sonhando com a utopia do surgimento de uma humanidade capaz de amar e pacificar.

Paz Profunda!

16/09/2009

ACENDA A VELA



Um tema antigo, mas que infelizmente continua muito atual, é o do abuso sexual de crianças.

Vela acesa pela inocência perdida!

Em Setembro de 2006, foi lançada uma campanha, com uma petição internacional - Light a Million Candles - que pretendia, por um lado, alertar para a multiplicação exponencial de páginas com conteúdo pedófilo na Internet (incluindo imagens explícitas de crianças) e, por outro, pressionar governos, políticos, instituições financeiras e de crédito, fornecedores de serviços Internet (ISP - Internet Service Provider), empresas de tecnologia informática e forças de segurança para que, conjuntamente, trabalhassem ativamente no sentido de inviabilizar e erradicar este negócio abominável.

Estamos fazendo um convite, acenda sua vela em seu blog.

Juntos somos mais fortes!

clik aqui

Veja a reportagem toda.

LIÇÃO DE INVESTIMENTOS


Uma garota escreveu para um site de relacionamentos pedindo dicas sobre como arrumar marido rico. Só isso já é insólito, mas o melhor da história é que um cara, possivelmente um economista ou investidor, deu a ela uma resposta bem fundamentada.

Dela:
'Sou uma garota linda (maravilhosamente linda) de 25 anos. Sou bem articulada e tenho classe.
Estou querendo me casar com alguém que ganhe no mínimo meio milhão dedólares por ano. Tem algum homem que ganhe US$ 500 mil ou mais neste site?
Ou esposas de gente que ganhe isso? Vocês poderiam me mandar algumas dicas?
Namorei um homem de negócios que ganha por volta de US$ 200 a 250 mil, mas não consigo passar disso, e 250 mil,não vão me fazer morar em Central Park West .
Conheço uma mulher da minha aula de ioga que casou com um banqueiro e vive em Tribeca, e ela não é tão bonita quanto eu, nem é inteligente.
Então, o que ela fez de certo que eu não fiz?
Como eu chego ao nível dela? '
Rafaela S.

Dele:
'Li seu anúncio com grande interesse, pensei cuidadosamente sobre seu dilema e fiz uma análise da situação.

Primeiramente, não estou gastando seu tempo, pois me qualifico como um homem que atende seu orçamento; ou seja, eu ganho mais de 500 mil por ano.
Isto posto, considero os fatos da seguinte forma: sua oferta, quando vista da perspectiva de um homem como eu, é simplesmente um péssimo negócio.
Eis o porquê: deixando as firulas de lado, o que você sugere é uma negociação simples.
Você entra com sua beleza física e eu entro com o dinheiro.
Ótimo, fácil.
Mas tem um problema. Sua aparência vai se acabar e meu dinheiro vai continuar existindo, perpetuamente.
De fato, é bem possível que meus rendimentos aumentem, mas é certeza absoluta o fato que você não vai ficar nem um pouco mais bonita!
Assim, em termos econômicos, "você é um ativo sofrendo depreciação e eu sou um ativo rendendo dividendos".
Você não somente sofre depreciação,e... como esta depreciação é progressiva,sempre aumenta!
Explicando, você tem 25 anos hoje e deve continuar gostosa pelos próximos 5/10 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano. O fim de sua aparência começa cedo, e em alguns anos você já estará acabada!
Então, usando o linguajar de Wall Street, nós a chamaríamos de 'trading position' (posição para comercializar) , e não de 'buy and hold' (compre e retenha), que é o que você deseja... daí o problema casamento.
Não faz sentido, do ponto de vista de negócios, "comprar" você (que é o que você quer), portanto "prefiro alugá-la".
Se você estiver pensando que estou sendo cruel, eu tenho a dizer o seguinte: se meu dinheiro vai se acabar, você também vai.
Então, quando sua beleza se esvair eu tenho que ter uma opção de saída.É simples assim. Um negócio razoável, portanto, é um namoro, e não CASAMENTO.
Paralelamente a isso, bem no início da minha carreira me ensinaram sobre mercados eficientes. Assim, eu me pergunto como uma garota "articulada",com classe e "maravilhosamente linda" como você, ainda não achou seu tio SUKITA.
Acho difícil acreditar que você é tão bonita quanto diz, e os 500 mil dólares ainda não te encontraram, nem que fosse pra um "test drive".
Por outro lado, sempre há um jeito de você descobrir como ganhar dinheiro por conta própria, para que não precisemos ter essas conversas difíceis.
Com tudo isso dito, devo dizer que você está tentando da maneira certa. É a clássica operação "GOLPE DO BAÚ".
Espero que tenha sido útil e, se quiser "negociar um contrato de aluguel", fale comigo.

Richard ..

UMA LIÇÃO PARA TODOS QUE GOSTAM DE INVESTIMENTOS DE ALTO RISCO.
Gostaram?
(Recebi este texto num email e não sei quem é o autor, por isso não coloco o crédito, se alguém souber me informe, que creditarei a autoria).

15/09/2009

METAMORFOSE AMBULANTE



A Sagrada Escritura dos Violeiros
"A defesa é natural
Cada qual com sua classe
Seus estilos de agradar
Um nasce pra trabalhar
Outro nasce para briga
Outro vive de intriga
E outro de negociar
Outro vive de enganar
O mundo só presta assim
É um bom outro ruim
E eu não tenho jeito para dar
Pra acabar de completar
Quem tem o mel, dá o mel
Quem tem o fel, dá o fel
Quem nada tem, nada dá"


Eita! Zé Ramalho é bom demais

Raimundos e Zé Ramalho, unidos na Metamorfose Ambulante, lembrando do grande Raul que aqueceu a alma com tantas poesias e lindas melodias. Saudades de Raul Seichas, sempre encontrava com ele comprando pão na Padaria Rio Branco, na Graça.

FESTIVAL DE ENCONTROS



O Desejo tomou conta de um sonho
Com vontade de agradar
Pegou o vento e de malas prontas
Bateu asas... e voou sem rumo além do mar
Voou tão distante no horizonte anil
E sem saber de seu destino
No firmamento se perdeu...
Sem prumo e sem história
E sem rumo à vista, endoideceu...
Tudo é ilusão!
Onde estou?
Desvarios em desvarios...
E se eu gritasse, que Anjo que ajudaria?
E gritou ... gritou... e gritou...
Rouco ficou de tanto gritar...
Até que enfim adormeceu no silêncio da noite
E num sonho vívido de lindeza sem igual
Viu um raio de luz que se fez humano,
e mansamente em sua mão segurou e tocou...
Tocou na alma no ponto certo, despertou...
Correu trechos sem tréguas para voltar e voltou
Marcou encontro com a poesia
Convidou letrinhas bailarinas
Rodopiaram de alegria
Em seu derredor tudo era estesia
Vestiram de luz e cochiram
Segredos de amor...
Com corações apaixonados
Tramaram:
- Vamos chamar o poeta
Desejo, letra e poeta juntos
Só dá poesia
Esta paixão com doces encantos
No festival do grande encontro
Inspirou lúdicos textos

Dizem que é poesia!
E a lenda pessoal realizou


Norma Villares
20.02.2007



14/09/2009

MULHERES NOTA MIL




As mulheres são as responsáveis pelo clima de paz em Kakuma, na África, estão à frente de tudo: criaram uma revista feminina, reduziram o índice de contaminação por HIV e ainda patrulham tradições como o casamento forçado.

Imagine uma área com 90 mil pessoas de dez países diferentes fugindo de guerras civis. Gente de línguas, culturas e deuses diversos, sobrevivendo aos altos índices de miséria e de doenças, onde ninguém tem documento nem endereço. A escola e o hospital são improvisados, os ônibus não passam, as visitas não chegam. África Oriental, machista e fundamentalista (tanto muçulmana como cristã) é um dos piores lugares para uma mulher viver. ´Todavia, este campo é um exemplo da força feminina. "Mesmo tendo perdido maridos e filhos, as mulheres encontram força física e psicológica para recomeçar", afirma Caroline Cherwon, da Film Aid, ONG que exibe filmes num telão instalado num caminhão. "Sem elas, esse lugar seria um caos incontrolável." A rapidez com que se recuperam dos horrores da guerra está ligada à maternidade. A tese é de Salome Munyendo, do Núcleo de Eqüidade de Gênero e Direitos Humanos da Fundação Mundial Luterana. "Elas dão a volta por cima porque alguém tem que preparar a comida, buscar água, lenha, cuidar dos filhos. Não podem sentar e esperar o luto passar", diz. Por isso, as ONGs preferem emprestar dinheiro para as mulheres abrirem negócios como salões de beleza, lojas e restaurantes.Há muitos traços comuns na trajetória das refugiadas. Quase todas viram suas casas serem destruídas, passaram fome e sede e percorreram longas distâncias até encontrar o abrigo da cidade de Kakuma, a 100 quilômetros da fronteira sudanesa.
Esquecido pela chuva, o lugar vive sob uma névoa de areia. O calor derrete e o sol de inverno doura os telhados feitos de latas de óleo. Nesse cenário, as mulheres se destacam como verdadeiras heroínas, já que aprendem novas habilidades para socorrer quem tem menos que elas. Entre muitas, foram escolhidas apenas cinco mulheres para apresentar à reportagem.

AS HEROÍNAS ANÔNIMAS DA ÁFRICA


Lucy N'Ganga, 32 anos, é um delas. A enfermeira está ali por opção. Embora converse por telefone todos os dias com o marido, um capitão do Exército, e as duas filhas, só pode vê-los a cada dois meses, quando vai para casa, em Nairóbi, capital do Quênia (visitas são proibidas nos campos). Eles entenderam a importância que ela dá à luta que escolheu. Nunca me imaginei levando uma vida pacata, quero estar onde mais precisam de mim.“
Sua missão é coordenar campanhas de prevenção à malária e à Aids. "Me realizo ao perceber que despertei uma mulher para a vida. Num mundo onde os rios são secos, o trabalho dela é fundamental. Assim como são imprescindíveis o otimismo de Jenta, a coragem de Mary, a solidariedade de Ester, a dedicação de Angela e a garra de Florence.
Esses ingredientes fazem o sonho continuar existindo nos corações de Kakuma.


Ester se destaca no combate à Aids. Há dois anos, ela vive rodeada por portadores de HIV. Ainda lidera grupos que batem de porta em porta para explicar a importância da camisinha. A taxa de infecção de HIV em Kakuma é de 2,5% - mais baixa do que a média da África subsaariana, que chega a 7,4%.
Ester comemora o resultado, sabe que tem participação nele. Por seu trabalho, ganha do International Rescue Committee (IRC) um incentivo de 30 dólares por mês, o que ajuda a sua família. Eles dormiram ao ar livre por dez meses até arrumar um pedaço de chão para erguer uma casa. Para Ester, isso não é nada. Ela viveu por 30 anos num campo de refugiados na Tanzânia. Ali conheceu o marido. Em 1995, os dois voltaram, com quatro filhos, ao Burundi.
Um mês depois, o marido foi preso na igreja onde era pastor. De novo, tomaram a estrada poeirenta atrás de liberdade. Deixaram um filho, de quem até hoje não têm notícias.
Quando um parente reaparece, Kakuma se acende e festeja. Também tem festa em datas como o ano-novo.
Mary Bosco é quem gosta de lembrar que, ali, três verbos têm muito valor: reunir, unir e compartilhar. As mulheres se juntam para orar, resolver problemas - existem 350 grupos de ajuda - e comemorar no momento em que alguém conquista asilo definitivo em outro país. A pessoa vai embora, mas não esquecerá Kakuma jamais.



Jenta também se sentiu no dever de educar. É uma das raras somalis com diploma da escola secundária e decidiu enfrentar a cultura muçulmana defendendo o estudo para as meninas. "Se uma garota falta muito, vou à casa dela, cobro dos pais que a mandem de volta para as aulas", revela. Da alfabetização, partiu para a crítica ao casamento precoce - muitas adolescentes ainda têm de se submeter a ele. A batalha de Jenta tem provocado mudanças. “Os homens estão mais tolerantes, porque percebem a necessidade de educação para as filhas e sabem que a lei aqui é a das Nações Unidas e não a do seu país", explica. Espero que levem a nova mentalidade ao voltarem para casa." Ela não imaginava que desenvolveria essa consciência até abandonar, em 1991, o Burundi, com sua casa em chamas - o pai fora degolado e dois irmãos acabaram capturados por soldados de outra etnia. Nos seis anos seguintes, enfrentou mais separações, além de uma perda: a mãe ficou doente e não resistiu, uma irmã foi conduzida para o Canadá, a outra para os Estados Unidos. Jenta não conseguiu repatriação, se casou, teve dois filhos e foi mandada com a família para Kakuma.




Mary foi obrigada, ainda jovem, a se casar com o cunhado porque a irmã morrera. "Esse é o costume no meu país", conta. Criou três sobrinhos como filhos. Em 1999, o cunhado-marido desapareceu e ela acabou presa por tropas do governo numa reunião do conselho de igrejas. Acusação: converter muçulmanas ao cristianismo. Foi estuprada e torturada. Conseguiu fugir três semanas depois, mas caiu nas mãos de guerrilheiros rebeldes.
As cenas de estupro se repetiram até Mary aceitar o casamento com um oficial. Fugiu de novo, pegou uma carona num caminhão, que parou no Quênia, pediu asilo e, dias depois, entrava em Kakuma. Cheguei moral e fisicamente destruída... Não sei como não morri de depressão", lembra. O que lhe garantiu energia foi o reencontro com os sobrinhos."Para mim, vê-los vivos foi como um milagre." Mary se recuperou e virou uma ativista. Sua causa? Lutar contra a violência sexual. Ela denunciou inúmeros estupros e coordena grupos que encorajam mulheres a não se calar diante das agressões. Por causa do trabalho, ganhou a confiança das sudanesas e, é claro, a antipatia dos homens, acostumados a um modelo de sociedade onde a mulher vale menos do que os bois que eles criam.




Florence também chegou de caminhão, escapando da perseguição política, no início dos anos 90. Cruzou a fronteira deixando tudo para trás, inclusive uma filha e o marido, que lutava na guerra civil em Uganda. "Ouvi dizer, depois, que ele morreu", conta com certa passividade. Por nove anos perambulou como nômade até parar em Kakuma, onde reencontrou a filha. Há três anos, se tornou líder comunitária. Foi assim: um ministro de Estado visitava o campo quando Florence fez um contundente discurso sobre a condição das mulheres. Para se expressar melhor aprendeu inglês. Também fez um curso de culinária industrial e montou um grupo para preparar refeições em eventos organizados pelas agências internacionais. No início de 2005, entrou para o jornal comunitário e criou a Women's View, uma revista para mulheres. "É assim que ganhamos voz para denunciar nossos problemas", explica, com firmeza impressionante.



Angela ainda tem feridas abertas na alma. Ela saiu de Uganda em 2003, dois anos após o assassinato do marido. Estava tentando superar o trauma - até abriu um restaurante -, mas não suportou a pressão: caiu na estrada depois que um dos quatro filhos teve o mesmo destino do marido. Ao chegar, estranhou a pequena cota de alimentos que as famílias recebem. "É difícil ser viúva aqui. Seu filho pede mais comida, você não pode dar e não tem com quem dividir essa angústia." Angela parou de chorar ao perceber que educar crianças num local como Kakuma seria um desafio. "Elas não sabem o que é a paz, são filhos da guerra", comenta a agora professora de religião e de inglês numa das escolas improvisadas do campo. "Na sala de aula, redescobri o amor pelos seres humanos."



Pense nisto!

Reunir, Unir e Compartilhar

Eita! Mulheres fortes.


Fonte: Revista Cláudia/2009


12/09/2009

A PARTIDA



Amo a cultura oriental. Este filme mostra a cultura japonesa de uma forma muito bonita, e é para ser visto com o coração, e ouvido atentamente fazendo uma escuta profunda da alma. Muitas lágrimas correrrão soltas pela face, ao ver e participar da arte de preparar o corpo para cremação, ouvindo músicas belíssimas. Seguindo o filme dá para perceber o quanto somos insensíveis no pós morte, face o tabu da sociedade, demonstrado na forte rejeição das pessoas este tipo de trabalho.

Mostra o quanto podemos aprender com este último ato de respeito ao corpo que alentou o espírito. Este filme sensibiliza profundamente o espírito, para valorização da vida e na compreensão da ilusão da morte.


O roteiro, mostra o caminho de um homem que, após a dissolução da orquestra musical na qual tocava, retorna à sua cidade natal e vai trabalhar numa funerária, na função de "nokanshi" (aquele que prepara os corpos para o enterro)
. Este ritual vai sendo mostrado com deslumbrando e maestria, técnica e amor. Muito bonito!

E faz reflexionar, sobre a vida passageira.
Como nos preparamos para a morte?
Como encaramos esta passagem tão próxima de todos nós. Cada dia vivemos o desaniversário, mas não nos damos conta. E a única certeza que temos quando nascemos, é que um dia iremos morrer. Neste patamar somos todos iguais.

Elizabeth Kubler Ross dizia: - Nos preparam para vida e nem podemos falar sobre a morte, por isso a grave dificuldade de compreender a passagem.

Tratar a vida com a alegria de bem viver, é nos prepararmos para compreender com plenitude a ARTE VIVER A PASSAGEM. Prepararmos diáriamente para o "Grande Encontro" de consciência.

Muitas vezes precisamos assistir um filme como este, para tocar o coração, e mudarmos os paradigmas internos, ampliando nossa visão míope...

Estamos nos preparando para viver com Arte a Passagem!?

O velho xamã ensinava seus discípulos sobre a morte:

Subiu a grande montanha
Profundo silêncio
Ouviu o som das montanhas


Pergunte-se?
Como sintonizar com a Arte de Viver a Passagem!

Sobre a morte os anciões egípcios diziam:

- Quando morrer seus olhos deverão estar fechados e o coração aberto.

Coração aberto...


Esta passagem é muito bonita, quando Daigo fala de uma tradição japonesa muito antiga, referente a "Pedra Carta", e da mensagem codificada nestas pedras ofertadas. Quando você amava alguém, dava-lhe uma pedra que demonstrasse o seu estado de espírito. Não vou contar... já contei um tantão, rsrsrsrs.




Assistam!
Pensem nisto!
Nada custa e pode melhorar muito o caminho nesta arte de viver passagem, libertando desde já seu espírito para o grande vôo consciencial.



08/09/2009

NOSTALGIA AO OUVIR MÚSICAS DE MICHAEL ...



Depois do dia 03.08 data em Michel Jackson foi enterrado restou uma nostalgia, ao ouvir algumas músicas dele, e fui procurar no Youtube algum vídeo para postar aqui, e encontrei este maravilhoso vídeo, onde Sam Tsui, um cantor que utiliza da tecnologia para criar outros Sam Tsuis, e dá um show de criatividade. Cantando à capela promovem, um grande espetáculo, com grandes sucessos de Michael Jackson.
Hum! Matar a saudade é muito bom, principalmente de músicas inesquecíveis.
Vejam que maravilha!





Que você seja envolvido pela Paz Universal.
Michael vá para LUZ!

07/09/2009

GENTILEZA GERANDO GENTILEZA

Há inúmeros grãos cósmicos separados pela fantasia da separatividade, que a sabedoria inspira e conspiram para os encontros de plenitude.

“Na medida em que alguém se habilita na complementaridade do SABER e do SER, passa a transpirar mestria, naturalmente.”

Assim são os mistérios mágicos dos encontros, reencontros e verdadeiro reencontros na internet, que a sincronicidade vai devagarzinho unindo, sem pretensões com os primores de atenção e cuidado na arte de viver.

“A sabedoria da espécie e da natureza habita em nós, a voz de todos os mestres murmura em nosso íntimo. Despertá-lo é uma responsabilidade pessoal. Ser mestre é facilitar que o outro descubra e desperte sua própria mestria.”

E neste bailado cósmico, a sincronicidade vai unindo e tocando corações de blogueiros que adiciona nosso blog, que comenta e espalha mimos alquímicos (selinhos) com tanta graciosidade fazendo com que o “Caminho da Beleza” exerça sua maestria no coração de todos.

São gentilezas que toca o coração e vibram na alma, por isso estou agradecendo a todos àqueles que adicionam, comentam e remetem selinhos aos nossos blogs, pela abundância de amor e generosidade ofertada. E que a vida brilha quando há plenitude relacional.

Muito Obrigada!

Com gentileza agradeço a todos que a sincronicidade conspirou para esta união de corações e mentes. Alguns blogueiros são da minha família, outras duas são minhas comadres, amigos e amigas pessoais, outros são amigos do peito e da alma que vida me presenteou, apesar de não conhecê-los, mas sinto que a energia do reencontro é muito forte e sincera.

Fico constrangida em doar os selinhos a um número exato de blogueiros, mas gostaria de quebrar esta regrinha e partilhar com todos que adicionaram que comentam e que o universo conspirou para nossa união na internet. Portanto, partilho os selinhos a todos que adicionaram meus blogs e com tanta graça participa da nossa existência. É só pegar no slide do PICASSA tem quase todos selinhos recebidos. Por favor, pegue os selinhos que quiserem.

São gentilezas do coração e da alma.

05/09/2009

AMOR TEM QUE SER POESIA




As portas do amor

Abrem-se aos poetas

Escancara seus portões

Passei na mente

Com doçura indecente

Cortesias sencientes

Saudações com sutileza

Faz brilhar com intensidade

Os encantos dos olhares

E a poesia e a prosa trás magia

Soltos ao vento que ardia

Murmura linda melodia

Sinfonia sussurrante

Faz do peito moradia

E no coração pousa leve

Numa grande ousadia

Amor sem poesia

Não tem qualquer serventia

Amor tem que ser música

E ser poesia


Norma Villares
04.04.2007

04/09/2009

BOAS IDÉIAS: TEIAN KASEN

As corporações japonesas contam com um processo de geração de conhecimento conhecido como Teian Kasen, um processo contínuo de criatividade através do acúmulo gradual de pequenos conhecimentos, contribuindo para enraizar uma cultura permanente de inventividade.

A Brasilata, empresa que atua na área de embalagens metálicas, inspirada neste modelo japonês, criou o projeto "Simplificação", que estimula seus 900 funcionários a apresentar, seja pela intranet ou por formulários disponíveis em todos os departamentos, sugestões diárias de mudanças que visem o aperfeiçoamento de processos, produtos, ou condições gerais de trabalho.

Em 2008, o "Simplificação" produziu mais de 130 mil ideias, uma média de 145,2 sugestões por funcionário. Na maioria são ideias simples, que isoladamente geram pequenas economias, mas somadas, fazem grande diferença no balanço contábil da empresa.

Uma das ideias por exemplo, propunha a colocação de um cesto na linha de produção para evitar que os retalhos das tampas metálicas caíssem no chão, já que amassados, perdem sua utilidade. Com a implantação desta sugestão, o índice de desperdício foi diminuído ainda mais.

Hoje, a empresa coleciona vários prêmios internacionais, além de assinar 60 patentes mundiais na área de embalagens. Seu faturamento é de R$ 415 milhões.

Isso demonstra de que nem só de grandes ideias vivem empresas inovadoras.

Texto de Mariana de Oliveira Fernandes Torres
Fonte: http://organizacoesqueaprendem.blogspot.com/2009/08/boas-ideias-teian-kasen.html

02/09/2009

DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DO AMOR


- Um homem e uma mulher podem viver juntos numa relação construtiva e amorosa, apesar de serem diferentes.
-Duas pessoas parecidas podem amar-se e viver juntas.
-Uma mulher e um homem podem ter sucesso profissional, festejar juntos e continuar românticos.
-Um homem e uma mulher podem somar amor e sexo.
-A mulher, antes de tudo, é uma mulher.
-O homem, antes de tudo, é um homem.
-A individualidade pode ser preservada ao mesmo tempo que a relação é construída.
-Um homem e uma mulher podem confiar um no outro.
-Entregar-se não é submeter-se ao outro, mas se render ao amor que o outro sente por nós.
-Uma relação pode acabar e, ainda assim, continuar havendo compreensão, proteção e respeito mútuo.
-Um ser humano só é livre quando ama.
-Amar alguém é chamá-lo para a vida e exercer o próprio ato de estar vivo.
-O ser humano não pode ser uma fome sem alimento, uma sede sem água, uma pergunta sem resposta, uma vida sem amor.
- Um homem e uma mulher podem encontrar, juntos, suas próprias soluções.
-O medo de amar é fruto da imaginação.
-Todos os seres humanos têm direito a cometer enganos.
-Amar pode dar certo.

Fonte: Shinyashiki Roberto T. Bittencourt Eliana. Amar pode dar Certo. 4ª edição, Editora Gente.São Paulo.

01/09/2009

SE EU PUDESSE ESTAR ONDE VOCÊ ESTÁ




Esta linda música “If I Could Be Where You Are” é uma composição da cantora irlandesa Enya, muito conhecida pelas composições maravilhosas.
É uma canção que fala da espera, da procura, daquilo que completa e que confere sentido. Segue a letra em inglês para cantar, e a tradução da letra para tocar a alma e acordar o espírito. (uma das inúmeras traduções)

Se eu pudesse estar onde você está

Onde estás neste momento?
Salvo nos meus sonhos
Estás ausente, mas sempre tão próximo de mim
quanto um pulsar do coração.

Estou perdido agora sem a Tua companhia.
Não sei onde estás.
Permaneço buscando,
Mantenho a esperança,
porém o tempo nos distancia.

Haverá uma maneira de encontrá-Lo?
Um sinal que eu deva saber?
Uma estrada por onde eu possa seguir,
Para trazê-Lo de volta para casa?

O inverno está diante de mim,
Enquanto Te encontras tão distante
Na escuridão do meu sonho
A Tua luz permanecerá

Se eu pudesse estar próximo de Ti,
Se pudesse estar onde Te encontras,
Se pudesse alcançá-Lo,
E trazê-Lo de volta para casa.

Haverá uma maneira de encontrá-Lo?
Um sinal que eu deva saber?
Uma estrada por onde eu possa seguir,
Para trazê-Lo de volta para casa...

Para mim...

If I Could Be Where You Are

Where are You this moment?
Only in my dreams
You're missing,but You're always
a heartbeat from me.

I'm lost now without You.
I don't know where You are.
I keep watching,
I keep hoping,
but time keeps us apart.

Is there a way I can find You?
Is there a sign I should know?
Is there a road I could follow,
to bring You back home?

Winter lies before me,
Now You're so far away
In the darkness of my dreaming
The light of You will stay

If I could be close beside You,
If I could be where You are,
If I could reach out and touch You,
And bring You back home.

Is there a way I can find You?
Is there a sign I should know?
Is there a road I could follow,
to bring You back home…

Too me…


“Felizes são aqueles que levam consigo uma parte das dores do mundo. Durante a longa caminhada, eles saberão mais coisas sobre a felicidade do que aqueles que a evitam.”

A existência terrena é uma grande viagem, e pode ser rica se o caminho estiver conectado com a sensibilidade do coração. Com abertura para uma percepção e escuta profunda, dando sentido a existência. Trilhar em direção desta busca da essência Divina interna, preparando-se com zelo e cuidado, é o único objetivo da vida. É o lúdico enamoramento da existência pessoal com a Luz Cósmica.
Eu soube que a LUZ DIVINA está procurando por você.
Vá à direção de quem está procurando por você!

Paz Profunda!


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